"Não imagino um final feliz para Dexter"
O assunto religião nessa sexta temporada trouxe
espiritualidade para Dexter?
"Se há um deus no mundo de Dexter, é razoável dizer que
seja Harry, o Código, ou ele mesmo, incorporando uma divindade por fazer
justiça com as próprias mãos. Até agora não houve tamanha experiência para ele
do que um deus pode ser."
O Doomsday Killer e Brother Sam representam grandemente do
que se trata a fé, não?
"Há manifestações bem negativas disso, no caso dos
assassinatos do DDK serem baseados em escritos sagrados, mas também vemos
Dexter na mais autêntica amizade com um cara reabilitado por meio da fé. Nos é
apresentado os dois lados disso."
Te surpreende tudo o que Dexter passou nessas cinco
temporadas?
"Enquanto gravávamos a primeira temporada não passou
pela minha cabeça que ele transaria, muito menos que se casaria, teria um
filho, um relacionamento em que convidaria a pessoa até a kill room, que Rita
morreria, ou esse tipo de coisa."
Qual mudança você acha que foi mais significativa para ele?
"Ele tem experimentado um senso genuíno de conexão com
seu filho, algo que não existia no começo da série. A maior mudança é que agora
ele vê que suas atitudes não influenciam mais apenas ele. A morte de Rita, as
coisas que Harrison presenciou e toda essa confusão com Debra - o pensamento
dele de não ser capaz de ser humano foi por água abaixo."
Gostaria de participar de algo que não envolvesse morte?
"Na verdade, faz parte do meu estatuto como ator que eu
sempre esteja rodeado de cadáveres! Mas, falando sério, sim, seria muito bom
fazer uma comédia onde ninguém morresse."
E quanto a voltar a dançar e cantar como fez na Broadway?
"Adoraria fazer isso de novo, mas não fico triste que
Dexter não me dará oportunidades. Não acho que seria o ideal, duvido que haja
um episódio musical dessa série."
Te preocupa a ideia de que as pessoas podem se referir a
você como Dexter pelo resto de sua carreira?
"Imagino que sempre haverá um pouco de Dexter em mim.
Mas, ao mesmo tempo, quando Six Feet Under (A Sete Palmos) fez sucesso eu era o
diretor de funeral gay. Acredito que David Fisher foi a primeira vítima de
Dexter."
Incríveis estrelas passaram por Dexter. Alguns chegaram até
você e, discretamente, disseram que dariam um b serial killer?
"Isso aconteceu, e me surpreendeu, apesar de ser depois
de alguns drinks numa festa. O calibre e variedade dos atores que conseguimos
trazer para fazer parte do nosso mundinho louco é mesmo incrível."
Com mais duas temporadas engatilhadas, como você vê o
desenrolar das coisas?
"Me vejo novamente superando atuações prévias. Para ser
honesto, é difícil para mim ver um final feliz para a personagem."
Fonte: whatsontv.co.uk | dexterdaily.com
O assunto religião nessa sexta temporada trouxe
espiritualidade para Dexter?
"Se há um deus no mundo de Dexter, é razoável dizer que
seja Harry, o Código, ou ele mesmo, incorporando uma divindade por fazer
justiça com as próprias mãos. Até agora não houve tamanha experiência para ele
do que um deus pode ser."
O Doomsday Killer e Brother Sam representam grandemente do
que se trata a fé, não?
"Há manifestações bem negativas disso, no caso dos
assassinatos do DDK serem baseados em escritos sagrados, mas também vemos
Dexter na mais autêntica amizade com um cara reabilitado por meio da fé. Nos é
apresentado os dois lados disso."
Te surpreende tudo o que Dexter passou nessas cinco
temporadas?
"Enquanto gravávamos a primeira temporada não passou
pela minha cabeça que ele transaria, muito menos que se casaria, teria um
filho, um relacionamento em que convidaria a pessoa até a kill room, que Rita
morreria, ou esse tipo de coisa."
Qual mudança você acha que foi mais significativa para ele?
"Ele tem experimentado um senso genuíno de conexão com
seu filho, algo que não existia no começo da série. A maior mudança é que agora
ele vê que suas atitudes não influenciam mais apenas ele. A morte de Rita, as
coisas que Harrison presenciou e toda essa confusão com Debra - o pensamento
dele de não ser capaz de ser humano foi por água abaixo."
Gostaria de participar de algo que não envolvesse morte?
"Na verdade, faz parte do meu estatuto como ator que eu
sempre esteja rodeado de cadáveres! Mas, falando sério, sim, seria muito bom
fazer uma comédia onde ninguém morresse."
E quanto a voltar a dançar e cantar como fez na Broadway?
"Adoraria fazer isso de novo, mas não fico triste que
Dexter não me dará oportunidades. Não acho que seria o ideal, duvido que haja
um episódio musical dessa série."
Te preocupa a ideia de que as pessoas podem se referir a
você como Dexter pelo resto de sua carreira?
"Imagino que sempre haverá um pouco de Dexter em mim.
Mas, ao mesmo tempo, quando Six Feet Under (A Sete Palmos) fez sucesso eu era o
diretor de funeral gay. Acredito que David Fisher foi a primeira vítima de
Dexter."
Incríveis estrelas passaram por Dexter. Alguns chegaram até
você e, discretamente, disseram que dariam um b serial killer?
"Isso aconteceu, e me surpreendeu, apesar de ser depois
de alguns drinks numa festa. O calibre e variedade dos atores que conseguimos
trazer para fazer parte do nosso mundinho louco é mesmo incrível."
Com mais duas temporadas engatilhadas, como você vê o
desenrolar das coisas?
"Me vejo novamente superando atuações prévias. Para ser
honesto, é difícil para mim ver um final feliz para a personagem."
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